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Seleção Brasileira de Rugby elogia campo de Barueri em treino

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Experientes jogadoras e novos talentos da Seleção Brasileira Feminina de Rugby realizaram, na manhã e tarde de quinta-feira (29), em Barueri, um dia de preparação final para o Circuito Mundial de Rugby Sevens de 2026. Durante os intervalos do treinamento, em clima descontraído, porém focadas, as atletas da equipe Yaras, apelido dado em referência à coragem e coletividade das mulheres no rugby brasileiro, elogiaram a estrutura do Campo de Rugby de Barueri, localizado no Parque da Juventude Rubens Furlan Júnior (Parque do Rubinho), no bairro Chácaras Marco.

O Circuito Mundial de Rugby Sevens valerá o título do SVNS 2 de 2026 e contará com seis seleções femininas. O Brasil disputará o campeonato com o objetivo de retornar à 1ª Divisão, enfrentando China, Espanha, Quênia, África do Sul e Argentina.

Ao todo, serão três etapas: a primeira, nos dias 14 e 15 de fevereiro, em Nairóbi (Quênia); a segunda, nos dias 21 e 22 de março, em Montevidéu (Uruguai); e a terceira, nos dias 28 e 29 de março, no Estádio Nicolau Alayon (Comendador Souza), na Barra Funda, São Paulo. A etapa decisiva na capital paulista será a primeira no Brasil desde 2016.

Saiba mais 

A Seleção Brasileira Feminina de Rugby é comandada pela neozelandesa Crystal Kaua, 41 anos, que assumiu o lugar do britânico Will Broderick, tornando-se a primeira mulher na história a treinar as Yaras.

A equipe é composta por 24 jogadoras de todas as regiões do país, incluindo atletas que disputaram os Jogos Olímpicos de Paris 2024, como Bianca Silva, Thalia Costa (irmã gêmea de Thalita) e Marina Fioravante, além de novas atletas em fase de transição, como Mariele Moreira.

“É um mix de atletas da nova geração”, destacou a manager Daniele Abreu, conhecida como Chachá. “Precisávamos de um campo para fazer realmente o jogo de contato, pois o SPAC (São Paulo Athletic Club), no bairro Consolação, em São Paulo, está em manutenção”, explicou Chachá. “Viemos para Barueri, onde a estrutura é muito boa: campo, vestiários, estacionamento. Valeu a pena ter nos deslocado até aqui.”

Porta que se abre  

A estrutura do Campo de Rugby de Barueri, o apoio recebido, o avanço da equipe e a troca de experiências entre jogadoras foram destacados por atletas como Marina Fioravante, 32 anos, fly-half (abertura), posição que a levou a conquistar resultados importantes com a seleção brasileira, como o 10º lugar nos Jogos Olímpicos de Paris 2024. “É sempre muito bom ter apoio de cidades próximas a São Paulo. Barueri é mais uma porta que se abre, o que é de extrema importância para desenvolver o rugby e permitir que o público conheça o esporte das Yaras.”

Há seis anos defendendo a seleção brasileira, Marina elogiou a mescla de atletas experientes com as mais jovens. “Passamos o que sabemos para as meninas que jogam desde pequenas, têm técnica e feeling, uma juventude cheia de vontade”, disse. “Nossa expectativa é ser campeã com a seleção. Estamos muito felizes em ter uma etapa no Brasil e esperamos que a comunidade apareça para torcer por nós, inclusive o pessoal de Barueri.”

Em fase de transição da seleção juvenil para a equipe principal, Mariele Moreira, 20 anos, que atua na posição de centro, ressaltou a importância de representar o Brasil. “É ótimo para meu desenvolvimento: treinar, jogar e conhecer o mundo. Gostei muito da experiência em Barueri, que tem um espaço bonito, com muita natureza. É muito legal estar com atletas experientes em um dos campos oficiais que gostamos de jogar”, elogiou a paranaense de Maringá, destacando a união com as novas colegas do time adulto. “São meninas com o mesmo propósito e com a energia lá em cima.”

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